#partiu19/12/2014 | 07h31

Confira 12 dicas para você tomar a decisão certa na hora de escolher seu intercâmbio

Saiba como planejar diretinho seu viagem com esse passo a passo

Confira 12 dicas para você tomar a decisão certa na hora de escolher seu intercâmbio Shutterstock/
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Planejar bem a viagem de intercâmbio é tão importante quanto a hora do embarque. Por isso, reservar alguns meses para essa preparação pode ser essencial para que sua experiência seja incrível. Para não cair em furada, preparamos 12 passos certeiros que vão deixar o seu intercâmbio muito mais tranquilo.

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Você tem que levar em consideração tudo: se gosta ou não de frio, se aguentaria viver num país muito diferente do Brasil e até mesmo o tempo de viagem. Segundo Luciano Timm, diretor da EF Intercâmbio, o destino tem que combinar com a sua personalidade – mais ativa ou calma. Também se inteire da vida cultural do país e se as opções de esportes combinam com a sua rotina.


Existem opções desde estudar o idioma local até matérias específicas. Se ainda está no Ensino Médio, poderá optar por cursar um ou mais semestre no exterior. Se já terminou os estudos e ainda não está na faculdade, pode escolher cursos de longa duração (de seis meses a um ano) já na área que você pretende atuar, como fotografia, cinema, business, gastronomia, entre outros.


Mesmo que a ideia seja aprender um novo idioma, é bom já saber um pouquinho antes de partir. É que morar num país onde todo mundo fala outro idioma pode ser um pouco assustador. A boa notícia é que, de acordo com Ana Flora Bestetti, supervisora da CI,  cada um mês estudado fora equivale a oito em escolas brasileiras com frequência de duas vezes por semana.


Aqui vai muito da sua disponibilidade. Mas saiba que o valores de ficar três meses fora e o de seis não são muito diferentes. É que as passagens, taxas e custo do nivelamento só são cobradas uma vez. Para o Ensino Médio, o tempo é de um semestre ou um ano. Outras modalidades, como o Au Pair – que alia os estudos ao trabalho de babysitter –, tem extensões maiores.


Desde o momento da decisão até a volta para o Brasil, tudo deve ser planejado ao lado de pessoas de extrema confiança. Várias agências específicas estão aí para dar esse apoio e ajudar nas escolhas. A gerente de produto da STB, Márcia Mattos comenta que empresas que estão no mercado há muitos anos fazem toda a diferença. Sabe aquela frase “o barato pode sair caro”? Melhor não arriscar!


As agências oferecem muitas opções, as mais comuns são: homestay e dormitório escolar. No primeiro caso, você será designado a morar com uma família local, onde fará as refeições junto com eles e terá tarefas dentro da casa. Ana Flora comenta que esta opção é a mais indicada aos menores de idade, porque as famílias se tornam responsáveis pela rotina do estudante.


É fato que vai rolar saudades e insegurança. Meses longe de casa, ainda mais para quem nunca viajou sozinho, podem ser mais difíceis do que parece. Segundo o Ana Flora, as agências bacanas têm meios próprios de acompanhamento do viajante: sessões de Skype para conhecer a escola no Exterior, aplicativos e relatórios enviados dos professores e diretores diretamente para os pais.


Não é barato fazer um intercâmbio, mas há meios de baratear os gastos. Márcia dá a dica: escolher cidades menores ao invés das grandes metrópoles pode ser 20% mais econômico. Isso porque o custo de vida como alimentação e transporte  não é tão caro. Planejar com antecedência de pelos menos seis meses também barateia, e algumas agências oferecem financiamento de até 24 vezes.


Cada país tem sua exigência na hora de emitir o visto de estudante. A boa notícia é que as agências podem ajudar. No caso dos EUA, por exemplo, é preciso marcar uma entrevista no consulado, comprovar que a escola emitiu sua inscrição e também que você terá grana para se manter. Outros países são mais simples. O Canadá pede uma carta de aceitação e não exige entrevista.


Com tudo marcado e organizado, o que resta fazer é planejar. Márcia diz que é possível já deixar reservado algumas miniviagens de fim de semana.
– Dá pra sair do Brasil com tudo organizado. Pense nos locais próximos ao seu destino que gostaria de ir. Na Europa, por exemplo, dá para viajar entre os países que fazem parte da União Europeia sem precisar de outro visto – diz.


Não é irrelevante pensar nas pequenas coisas. Aquele papo de mãe de ter sempre um telefone de um conhecido no bolso pode fazer toda a diferença na hora do perrengue. Peça para seus familiares e amigos indicarem pessoas que conhecem na cidade, faça um bom seguro viagem, tire cópias do passaporte e identidade e tenha um contato da agência em casos de emergências.


Com a tecnologia disponível, já dá até para ver a rua onde você vai passar os próximos meses, conhecer as pessoas que estarão na sua sala de aula e planejar ir às lojas e restaurantes mais bombados da cidade. Também dá para entrar em contato com a sua host family para saber um pouquinho mais dos costumes deles e como será a sua rotina quando chegar lá.

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