Do amor ao desapego22/08/2014 | 07h01

Conheça Isabela Freitas, autora do 'Não Se Apega Não' livro que é sucesso entre os jovens

Escritora de 23 anos dá dicas sobre relacionamentos e como "desapegar" nas horas certas

Conheça Isabela Freitas, autora do 'Não Se Apega Não' livro que é sucesso entre os jovens Leo Aversa,Especial/Leo Aversa,Especial
Foto: Leo Aversa,Especial / Leo Aversa,Especial
Marina Ciconet | Kzuka

marina.ciconet @kzuka.com.br

Sucesso nas redes sociais, a mineira Isabela Freitas, 23 anos, acaba de lançar o seu primeiro livro. Não Se Apega Não trata da vida real e de relacionamentos de uma forma leve, deliciosa e descomprometida, o que combina com a sua idade e personalidade. Isa sempre gostou de escrever sobre relacionamentos. Só no primeiro mês de blog, obteve mais de 1 milhão de acessos. Hoje, acumula milhares de fãs no Twitter, no Instagram e no Facebook, que também acreditam que “desapegar é o melhor remédio”. Saiba mais sobre essa menina cheia de conselhos para dar.

Kzuka: Como começou o blog?
Isabela Freitas: Comecei o blog a pedido dos meus seguidores do Twitter, que na época somavam mais de 25 mil. Eu não entendia muito bem o que era um blog. Veja bem, só tive acesso à internet depois dos 18 anos, então tudo era novidade pra mim. Criei o blog como uma forma de escrever textos para quem me acompanhava. A repercussão foi uma surpresa pois, no primeiro mês, a página obteve 1 milhão de acessos.
 
Você sempre entendeu de relacionamentos?

Eu gosto do assunto. Sempre fui a conselheira, a amiga que escuta, dá bronca e é sincera. Não é que eu saiba tudo sobre relacionamentos, mas eu me importo com o problema dos outros. E isso pode fazer a diferença.

E onde busca inspiração para escrever?
Em tudo ao meu redor: filmes, seriados, livros e até histórias de amigos e amigas. E, estranhamente, quando estou feliz, me inspiro totalmente. Acho que sou o contrário da maioria dos escritores, que alegam escrever melhor na dor e na tristeza. Vai entender.
 
A Isabela do livro é você?
A Isabela do livro sou eu, você que está lendo o livro e aquela sua amiga também. Aquela não é a minha história, mas poderia ser. Vivenciei algumas das situações descritas no livro, outras, não. Brinquei com esse paralelo entre autora e personagem.

E você já sofreu com decepções amorosas?
Posso dizer que muito. Todos os caras que passaram pela minha vida e eu acreditei que eram príncipes encantados me decepcionaram de certa forma. Não sou muito de remoer sentimento e graças a Deus supero rápido.

O que é desapegar pra você?
Deixar para trás tudo aquilo que te faz mal, te reprime e torne teu coração pesado. Desapegar só das coisas ruins. Àquilo que é bom, nós podemos nos apegar.

Qual é a regra do desapego mais importante?
Não há uma regra mais importante do que a outra. Mas gosto muito da primeira: “Odiar as pessoas não leva a nada. O ódio corrói o nosso coração e o deixa fraco para receber amor”. Quando mais nova, eu sofri muito com o ódio alheio. Pessoas que nunca me viram, não me conheciam, mas insistiam em dizer que me odiavam. Não acho isso legal, sabe? Desapega do ódio!

E qual o principal pecado que as meninas cometem nos relacionamentos?
Achar que ciúme e possessividade seguram alguém ao seu lado. Ficar em cima do cara, proibindo de fazer certas coisas... Gente, o proibido é mais gostoso, Eva que o diga! Temos que deixar o outro livre para fazer suas escolhas, só assim saberemos quais as intenções do outro verdadeiramente.

Qual é a maior vantagem de ser solteiro?
Conhecer a si mesmo. Quando estamos solteiros, estamos na companhia de nós mesmos e temos a chance de aprender a nos apreciar. É um processo de se amar e de se valorizar. Vale a pena. 
 
“O amor vem para os distraídos”, você costuma dizer. O que isso significa?
Ficar procurando o amor em cada esquina não é saudável. O amor gosta de aparecer nas horas mais improváveis, para aqueles que não o estão procurando. Então se distraia, viva a vida com leveza. Um dia o amor aparece, mesmo que você não esteja procurando por ele.

Você acredita mesmo que “final feliz é não ter fim”?
Acredito, porque, se não tem fim, a história sempre continua

Nas redes sociais a galera comenta (muito!) sobre o livro. veja algumas opiniões que rolam na rede:

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